Um povo cuja história é baseada na evolução das formas de trabalho e em diversas leis que evoluíram de modo a "extinguir" a escravidão, enfrenta um problema contemporâneo que os livros não retratam: o trabalho infantil que está presente de norte a sul, de leste a oeste do Brasil com contingentes preocupantes, tanto que viraram motivo de estudos e pesquisas que procuram apontar soluções para tal problema.
A partir do momento em que uma mãe contrata uma adolescente para cuidade de seus filhos, que um fazendeiro emprega crianças em sua propriedade ou quando compramos uma bala de algum "ambulante-mirim" no sinal, estamos contribuindo para aumentar cada vez mais as estatísticas da exploração da mão-de-obra em nosso país.
Com uma história embasada no trabalho escravo poderíamos dar exemplo de nação que dá a volta por cima e não emprega crianças, mas sim as educa para no futuro serem dentes de uma engrenagem que move a economia brasileira. Pena que a realidade é bem diferente, talvez pelo fato do vizinho ter um empregado jovem na fazenda ou da vizinha ser babá do filho de um amigo.
Contudo, não podemos abaixar a cabeça e deixar a história decidir o futuro das crianças. Tal fato não é uma solução a curto prazo, mas sim uma ação em conjunto que com o tempo servirá de exemplo para futuras gerações. As cartas estão na mesa, basta saber usá-las e colocar um ponto final no trabalho infantil deixando os noticiários a cargo da corrupção, da violência e dos abusos. O povo brasileiro nem vai perceber que quem trabalha despercebido deixou de ser manchete e passou a ser destaque, pena que por aqui, só se destacam jogadores de futebol, sambistas, bandidos, e por aí vai...
Talvez em um próximo amanhã o sonho de crianças deixe de ser uma marreta mais ágil no trabalho e passe a ser um livro para iniciar o caminho e um dia "ser doutor".
A partir do momento em que uma mãe contrata uma adolescente para cuidade de seus filhos, que um fazendeiro emprega crianças em sua propriedade ou quando compramos uma bala de algum "ambulante-mirim" no sinal, estamos contribuindo para aumentar cada vez mais as estatísticas da exploração da mão-de-obra em nosso país.
Com uma história embasada no trabalho escravo poderíamos dar exemplo de nação que dá a volta por cima e não emprega crianças, mas sim as educa para no futuro serem dentes de uma engrenagem que move a economia brasileira. Pena que a realidade é bem diferente, talvez pelo fato do vizinho ter um empregado jovem na fazenda ou da vizinha ser babá do filho de um amigo.
Contudo, não podemos abaixar a cabeça e deixar a história decidir o futuro das crianças. Tal fato não é uma solução a curto prazo, mas sim uma ação em conjunto que com o tempo servirá de exemplo para futuras gerações. As cartas estão na mesa, basta saber usá-las e colocar um ponto final no trabalho infantil deixando os noticiários a cargo da corrupção, da violência e dos abusos. O povo brasileiro nem vai perceber que quem trabalha despercebido deixou de ser manchete e passou a ser destaque, pena que por aqui, só se destacam jogadores de futebol, sambistas, bandidos, e por aí vai...
Talvez em um próximo amanhã o sonho de crianças deixe de ser uma marreta mais ágil no trabalho e passe a ser um livro para iniciar o caminho e um dia "ser doutor".


