De layout novo e com uma imagem que fiz agora a pouco aqui em cima vou para minha nova postagem.
A cada nova edição de jornais, revistas, a corrupção no país virou assunto de praxe, parece normal um país em que desde sua colonização convive com a corrupção de seus governantes. Talvez por ser uma coisa que já se tornou banal, nós não fazemos nada para mudar essa realidade.
Para "agradar" a população, e voltar à era clássica, o governo implanta a velha política do pão e circo, que consiste em dar pão e c irco para a população se divertir enquanto o país está de pernas para o ar. Para exemplificar melhor, posso citar a época da copa de 70 na qual o país estava mergulhado em um caos, ditadura, repressão de imprensa... e uma das únicas coisas que o governo deixava exibir na televisão eram os jogos da seleção Brasileira.
Dos anos 70 para cá, isso não mudou muito, apenas evoluiu, seria um "pão e circo" transfigurado, com o qual para inibir (ou reprimir?) revoltas e oposições a seu governo cria n políticas assistencialistas para a população que paga mais impostos no mundo (e para onde vão esses impostos?). Tais políticas podem ser exemplificadas pela bolsa família, auxílio gás, bolsa escola, em que o governo DÁ, ISSO MESMO DÁ, o dinheiro pras famílias fazerem o que bem entenderem, ou seja, dá o peixe ao invés de ensinar a pescar... o pão está aí, e o circo está vindo em 2014 (grande circo por sinal).
Falando em impostos, é com eles que sustentamos nossa "corte" que até hoje existe com privilégios de corte, talvez pelos n auxílios que eles ganham, pela mordomia em que vivem, pelo fato de um deputado, um senador ganhar mais que um presidente (se for pelo nível de cultura realmente eles merecem). O que revolta na verdade é pagarmos impostos e quando precisamos de ensino, segurança, assistência médica de qualidade, temos que recorrer à rede privada, já que os serviços BÁSICOS públicos estão em ruínas.
Antigamente tínhamos cantores, bandas que cantavam as belezas do país, mas como a cultura acompanha a evolução de pensamentos, nada me espanta os tempos de hoje serem embalados pelos funks, pelos raps que retratam (e como retratam) nossa realidade e a cultura de uma maioria que prefere ser espectador (sambista, jogador de futebol, pagodeiro, carnavalesco, camelô) do que ser ator principal da peça.
A cada nova edição de jornais, revistas, a corrupção no país virou assunto de praxe, parece normal um país em que desde sua colonização convive com a corrupção de seus governantes. Talvez por ser uma coisa que já se tornou banal, nós não fazemos nada para mudar essa realidade.
Para "agradar" a população, e voltar à era clássica, o governo implanta a velha política do pão e circo, que consiste em dar pão e c irco para a população se divertir enquanto o país está de pernas para o ar. Para exemplificar melhor, posso citar a época da copa de 70 na qual o país estava mergulhado em um caos, ditadura, repressão de imprensa... e uma das únicas coisas que o governo deixava exibir na televisão eram os jogos da seleção Brasileira.
Dos anos 70 para cá, isso não mudou muito, apenas evoluiu, seria um "pão e circo" transfigurado, com o qual para inibir (ou reprimir?) revoltas e oposições a seu governo cria n políticas assistencialistas para a população que paga mais impostos no mundo (e para onde vão esses impostos?). Tais políticas podem ser exemplificadas pela bolsa família, auxílio gás, bolsa escola, em que o governo DÁ, ISSO MESMO DÁ, o dinheiro pras famílias fazerem o que bem entenderem, ou seja, dá o peixe ao invés de ensinar a pescar... o pão está aí, e o circo está vindo em 2014 (grande circo por sinal).
Falando em impostos, é com eles que sustentamos nossa "corte" que até hoje existe com privilégios de corte, talvez pelos n auxílios que eles ganham, pela mordomia em que vivem, pelo fato de um deputado, um senador ganhar mais que um presidente (se for pelo nível de cultura realmente eles merecem). O que revolta na verdade é pagarmos impostos e quando precisamos de ensino, segurança, assistência médica de qualidade, temos que recorrer à rede privada, já que os serviços BÁSICOS públicos estão em ruínas.
Antigamente tínhamos cantores, bandas que cantavam as belezas do país, mas como a cultura acompanha a evolução de pensamentos, nada me espanta os tempos de hoje serem embalados pelos funks, pelos raps que retratam (e como retratam) nossa realidade e a cultura de uma maioria que prefere ser espectador (sambista, jogador de futebol, pagodeiro, carnavalesco, camelô) do que ser ator principal da peça.

4 comentários:
Já houve um crescimento do último post pra este!
Continua ae! Tá no caminho!!!
Muito bom o texto!
Só discordo em uma coisa... o circo não está vindo. Ele já está aí!
Jogo de vôlei? Nossa, o Brasil é super.
Fórmula 1? Olha o Massa na frente. Como o Brasil tem melhorado, né?
Libertadores? Ahh, pena que o Flu não conseguiu, o Brasil está tão superior.
Infelizmente parece que o país se resume a esportes. Enquanto isso, no cenário político as coisas só piorando.
O negócio é lutar. Mas como? É isso que todos precisam focar. Mesmo sendo difícil.
Parabéns pelo blog, "calouro". ;p
Saudações, Huarlei! ^^
Mais uma vez venho parabenizar pelas palvras :)
Essa política do pão e circo data de tempos remotos, não só na história política do Brasil, mas também de outras nações. É a forma de tirar o foco de problemas reais, e minimizar situações de crise.
Há muita verdade em tudo que você disse! Só gostaria de fazer uma observação, no nobre discurso de ensinar a pescar, ao invés de dar o peixe. Concordo plenamente que é o necessário, mas é sabido também que a situação política, econômica e social do país é fruto de erros que se arrastaram através dos anos desde a nossa colonização, como você bem realçou. No entanto, seria uma grande ilusão imaginar que a resolução de tudo isso é simples, e os governos é que não fazem nada. É preciso dar respostas imediatas para a questão da fome, dentre outras. Por isso, mesmo não sendo o ideal, medidas como o bolsa família, o auxílio gás, dentre outras, são fundamentais para que não mergulhemos de uma vez por todas no caos. São classicadas como programas de transferência de renda. Isso significa que o Estado transfere renda a pessoas ou grupos tidos como desprevilegiados. O poder público na verdade intervem para igualar, ainda que minimamente, as condições de vida dessas pessoas à um nível mais aceitável, tanto de dignidade humana, quanto dentro da sociedade. E esses programas tem óbviamente regras, padrões, grupos que irão receber, diretrizes para organizar a forma como as coisas funcionarão, fiscalização...o problema está na imensidão do nosso país, e na dificuldade de se controlar todos os órgão envolvidos. Afinal, a corrupção existe desde muito tempo, e não apenas em grandes dimensões, mas cotidianamente em cada ação executada por nós, simples mortais (rs). O que acontece é a diminuição da 'importância' da mesma, é aquele raciocínio de que as minhas atitudes corruptas do dia-a-dia são perdoáveis, mas o que o outro faz não. As mudanças não virão de cima, têm que começar pela base de tudo isso, e é nessa base que estamos todos nós.
Abraços! :)
Huarlei!
Parabéns!Adorei o texto,as idéias..Acho que vc realmente acertou na sua escolha!
É isso aí,calouro!^^
=*
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